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domingo, 28 de junho de 2026

Os Donos da Verdade - 28 de junho de 2026




 

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                                Os Donos da Verdade

 

         Há uma certa corrente política, talvez até duas, que se intitula e se nomeia dona absoluta da verdade.

         Dias atrás,  sujeito pertencente a uma delas achou-se no direito de classificar os que não comungam com suas ideias como “falso isentão”. Isto é, para o filósofo e cientista político de porta de açougue, quem se diz moderado, quem  combate os erros e admite os acertos tanto da direita como da esquerda, na realidade, se afirma não ser “lulista” é porque, na mente de dito sujeito cujo nome não cito para não dar destaque imerecido, o referido “não lulista” é “bolsonarista”.

         Não sou “lulista” e os que me conhecem há muito tempo sabem que também não sou bolsonarista. Sou centro-esquerda, mas não posso esquecer que, por estranha coincidência, os dois piores escândalos de corrupção que tivemos no Brasil ocorreram quando os lulistas (esquerda, portanto) estavam no poder. E abro um parêntese para dizer que conheci pessoalmente apenas um pertencente à corrente do “Nove Dedos” que, quando ocorreu o “Mensalão”, desfiliou-se imediatamente do PT, por não aceitar aquela barbaridade.

         Sou Brizolista, com orgulho, mas, se me provarem que Leonel de Moura Brizola também era corrupto, no mesmo momento deixarei de cultuar a memória do governante que mais fez pela educação no Rio Grande do Sul e no Rio de Janeiro. Ou me arrumem um outro governador que, nas mesmas condições de escassez de recursos, no final da década de 1950, início dos anos 60 plantou nos mais afastados rincões do chão gaúcho seis mil e trezentas escolas, as famosos “Brizoletas”.

         Por onde ele andou, sempre defendeu com unhas e dentes nossas crianças e o investimento primordial em Educação.

         Pois bem, cidadão dono da verdade e lulista: não me recordo de haver passado a ti uma procuração para que me nomeasse, duma hora para outra, como bolsonarista.

         Como diria o Jânio Quadros: não sou-lho! (Como Jânio era perfeccionista da língua portuguesa, o certo seria não o sou, mas aí teríamos um cacófato ...)

         Como vou ser bolsonarista, quando o homem, enquanto dirigia o país, ficava fazendo piadinhas com o sofrimento das vítimas da Covid e a dor dos que, como eu e como boa parte dos brasileiros, perderam amigos e familiares naquela pandemia?

         Quem não sabe que o homem é destrambelhado na hora de abrir a boca.

         Mas, em contrapartida,  me digam quem foi que, na realidade, implantou o PIX no Brasil, em 2020? Alguns dirão que a ideia surgiu no Governo da Presidenta Dilma, ou seria Presidente Dilme? Pode ser que seja isto seja verdade, mas por que ela não implantou esta forma de pagamento? Seria medo de enfrentar o sistema bancário?

         É um dos casos em que se deve dar o braço a torcer. O presidente que seguidamente falava de forma quase inadmissível a uma autoridade tão elevada, também fez coisas boas. Pena que desmanchava com a língua o que fazia com o cérebro ...

         Este radicalismo exacerbado que tomou conta do país, em que algumas “mentes privilegiadas” se acham no direito de jogar toda a população em apenas duas panelas, a dos lulistas e a dos bolsonaristas, não leva a lugar algum. E mesmo que leve, por que não pode haver um outro caminho, um outro modo de ver e administrar este país-continente?

         Não sou bolsonarista, não sou lulista e me reservo o direito de ser assim até quando eu quiser, por minhas convicções, coerência e formação moral e política.

         Sem a interferência e qualificação de algum filósofo, intelectual, ou cientista político de meia tigela, formado em algum curso feito pela telepatia da internet.

         E mais não digo porque não quero e me reservo o direito de não querer ...

         28 de junho de 2026.

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terça-feira, 23 de junho de 2026

Confirmou-se a Massa de Ar Polar - 23-06-2026

   Amanhecemos com três graus, o vento Minuano soprando, conforme se vê pela "biruta" quase na horizontal, na foto da paisagem, à direita.
   Ainda bem que temos bergamota ...






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        VENDA DE EXCELENTE CHÁCARA

        Detalhes na coluna da direita. 
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domingo, 7 de junho de 2026

Tortura de Animais em S. Vicente do Sul 070626

 Bastante decepcionado com os acontecimentos na pequena S. Vicente do Sul, onde, segundo falam, houve torturas brutais contra animais (gatos). Informam que, em rituais malignos chegaram, inclusive a colocar gato vivo em forno micro-ondas, anexo um vídeo com minha pajadinha sobre o caso.


sábado, 6 de junho de 2026

Espelho Líquido - 06 de junho de 2026

 

 

    Ontem, sexta-feira, dia de corre-corre no trabalho, mas o "Lambe-Lambe-Retratista" não resistiu à beleza do espelho líquido na saída da Chácara. 

   E o piloto escondido no peito ficou "babando" por ter um teco-teco disponível para fazer uma arte e tocar os pneus na água. No voo que fiz há alguns anos, não me atrevi, por causa do ventinho e das marolas, como se vê no vídeo. (Em baixa resolução, pois a internet daqui não comporta uploads pesados.)

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sexta-feira, 22 de maio de 2026

Salvação para o Frio - 22-05-2026

 

Vai o frio se encordoando.

“Oigalê” inverno feio.

Será que não “hay” um meio

Dele ir se afastando?

O velho tá encarangando,

Mas que sorte mui marota:

Dois carpins antes da bota;

Continua a tremedeira.

O que alivia a porqueira

É que temos bergamota ... !!!




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domingo, 17 de maio de 2026

Radicais Disfarçados

 De vez em quando a gente tem que falar em política, embora eu ache que não seja o Face o lugar mais indicado, mas, tem horas em que não dá para deixar em branco a cara de pau duma certa rede de comunicação.

Radicais Disfarçados
Sempre fui defensor da ampla liberdade de opinião. Posso não concordar com as ideias de alguém, mas sempre vou defender o direito desta pessoa expressar e defender suas ideias, respeitados os direitos dos que delas discordam. Ter uma opinião não é salvo-conduto para agredir, ofender e, mesmo, caluniar ou difamar os que pensam de modo diferente.
Quem me conhece sabe que não morro de amores por num certo presidente que andou perdendo um dedo de forma um tanto quanto nebulosa. Também não sou fã do presidente aquele apaixonado por leite condensado e destrambelhado no falar.
Acredito, assim, que posso escrever com uma certa neutralidade, embora não seja um profissional da informação ou “desinformação”, como faz uma determinada rede de comunicação. Como não sou pessoa que tem a obrigação de informar com isenção, posso, se o quiser, expressar minhas ideias puxando a brasa para meu assado, sem atropelar a ética, principalmente a ética profissional, que exige dum jornalista a neutralidade em seu trabalho.
E essa história do senador Bolsonaro, cuja única qualificação que conheço é a de ser filho do presidente Messias, tendo chegado onde chegou graças à influência e poder de voto paternos, deixa bem clara a atuação tendenciosa da Rede aquela.
Claro que tem caroço neste angu. Na minha opinião o rapaz está fora da disputa presidencial, ainda que os pilas que andou pleiteando com o banqueiro vigarista realmente tenham sido destinados somente à produção do filme sobre o Jair, meu tocaio.
Há coisas que são vedadas a quem tem pretensões políticas e uma delas é desconsiderar o antigo provérbio: “À mulher de César não basta ser honesta, tem que parecer honesta”.
Se quero ser presidente na carona do nome de meu pai, posso até querer retribuir o grande favor prestado, procurando os trocos para a produção dum filme contando a vida daquele que me conduziu ao posto que conquistei. Agora, cento e trinta e quatro milhões de reais é pila que não acaba mais para produzir um mero documentário. Consta que seria uma das produções mais caras do cinema brasileiro. Claro que isso já não pegaria bem, mesmo que fosse dinheiro vindo de banqueiro de reputação ilibada, se é que existe, pois quem vive da usura já tem um baita arranhão no seu irretocável conceito.
Não precisa ser tendencioso para condenar o procedimento dum senador que, em vez de legislar, dedica seu tempo a buscar dinheiro para um produção milionária em prol de seu pai/padrinho político.
Agora, que a Rede aquela está exagerando na tendenciosidade para queimar o Flávio Bolsonaro, só não vê quem não quer.
E o pessoal aqui do Rio Grande, da Rede Regional, então, este merece a taça.
Se este pessoal tem a mesma competência, no caso do filme, que teve na cobertura do acidente trágico do avião em Capão da Canoa, estamos bem arrumados.
Sou um mero piloto privado, por isto entendo um pouquinho de aviação. E quando a tal de RBS foi cobrir o acidente, os repórteres e os comentaristas, achando-se as melhores bolachas do pacote, já começaram a bancar os peritos, dizendo que uma das causas do acidente teria sido o fato de o piloto não ter decolado com vento de cauda. Pois, segundo eles, o vento de cauda contribuiria para uma decolagem mais curta, evitando o choque com o restaurante, etc.
Ora, qualquer criança que já fez uma pandorga sabe que o que faz ela subir é o vento de frente, não o que vem por trás da pandorga ... Nunca vi um guri correndo a favor do vento para soltar pipa ...O princípio é mais ou menos o mesmo. O que faz a pandorga subir é o que faz o avião decolar, a grosso modo. Em vez do barbante, temos o motor com a hélice puxando a aeronave e criando o “vento” e reações aerodinâmicas que sustentam o avião no ar. Quanto mais “vento” passa pelas asas, mais cedo a aeronave decola. Assim, temos o vento relativo criado pela velocidade que, se somado ao vento real do momento “encurtam” a distância a ser percorrida antes do avião poder voar.
Que o repórter, por ser, normalmente um iniciante sem grande experiência e estar sobe a pressão do momento, sem tempo para pesquisar, haja errado, vá lá. Agora, no dia seguinte, um comentarista madurão, experiente, querer bancar o doutor em aviação e reforçar a ideia do iniciante, aí é dose para mamute.
Se eles, os infalíveis, erram em assuntos tão simplórios, imaginem o que fazem em situações delicadas onde não têm o mínimo de informação necessária, como essa de agora.
Ah, não pensem que estou defendendo o Flavinho: estou apenas tentando ver as coisas com a neutralidade necessária. Aliás, sobre este senador, tenho a dizer que não conheço um único projeto seu em prol do sofrido brasileiro. Mas isto não dá o direito aos participantes da REDE de virem com informações, “supositórios”, teses, etc.
Eleitoralmente esclareço que sempre busco votar em pessoa que considere melhor e mais capacitada do que eu. A única capacitação desse rapaz que eu conheço é a capacidade de ter sido filho do Messias. Assim, muito dificilmente iria ou irei votar nele, assim como não pretendo votar no presidente que perdeu um dedo.
Espero sinceramente que a direita e a esquerda apresentem candidatos melhores dos que estão liderando as pesquisas.
Mas espero, especialmente que alguns de nossos jornalistas especializados em política ou não, se informem melhor sobre o assunto que estão cobrindo e, mais ainda, que deixem de ser tendenciosos e parem como diria o Nelson Piquet, de “ ... pela boca.”
Ou, que considerem o que dizia o rei Salomão: “Até o estulto quando se cala é tido por sábio”. Provérbios 17:21.