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SÃO VICENTE PREPARADA PARA A FECOBAT DOS 150 ANOS
Texto abaixo gerado pela IA DO GOOGLE
SÃO VICENTE PREPARADA PARA A FECOBAT DOS 150 ANOS
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DEU A LÓGICA
Na
infância, adolescência e juventude sempre joguei futebol. Nunca fui um expoente
no esporte, mas sempre dei o melhor de mim em disputas por mero divertimento.
Era
goleiro e dos bons. A prova é que quando estávamos na quarta série ginasial,
acho que oitavo ou nono ano de agora, todos na faixa dos catorze aos dezesseis
anos de idade, formamos um time de nossa turma, sem grandes pretensões.
E
fomos jogando, desafiando times de atletas experientes e, em teoria, muito
melhores do que nós. A progressão foi tal que chegou a vez de desafiarmos o muitas
vezes campeão da cidade de Santiago, o Municipal. Como eles sabiam que éramos
um piazedo que nunca perdera uma partida, sempre arrumavam uma desculpa e nunca
aceitaram jogar contra nós. Resumindo, chegou o final do ano e muitos dos colegas,
inclusive eu, saímos da cidade e o time terminou sem nunca haver amargado uma
derrota.
Mas
voltando à derrota de hoje, ver um sujeito que ganha milhões para brincar com a
bola, errar um pênalti logo no início do jogo, é dose.
Jogar futebol é, sem dúvida, um
brinquedo e sempre tivemos exemplos de jogadores que jogavam com o mesmo prazer
da criançada disputando uma pelada de pés descalços, em rua de paralelepípedo,
O
sujeito de hoje comunicou ao goleiro da Noruega onde iria bater, não por algum
meio tecnológico moderno. Para piorar a coisa, usou sinal de fumaça,
comunicação lenta, dando todo tempo do mundo para o goleiro escolher o canto para onde voar. Deu no que deu.
Acho,
inclusive, que esse time aí foi longe demais. Não só por culpa dos jogadores: o
futebol virou uma enorme máquina de fazer fortuna de privilegiados que deitam e
rolam. FIFA, CBF, CONCACAF (é assim que se escreve? - ou é com Bic?) são entidades arrecadadoras
de fortunas e não há como negar que muita gente vive do futebol, sem jamais ter
dado um chute ... Inclua-se aí boa parte da mídia.
É
vergonhoso ver um atleta que ganha num mês o que a esmagadora maioria dos
brasileiros não ganha numa vida inteira, não ter a competência de fazer um gol
de pênalti.
E
a prova de que o amor à camiseta pode compensar a falta das fortunas que correm
por trás da indústria do futebol foi a Seleção de Cabo Verde. Em sua primeira
participação em Copas, com atletas saídos de uma população de pouco mais de
quinhentos mil habitantes foi muito longe, cobrando preço alto de países com
enorme tradição futebolística.
Seria
como Caxias do Sul formar uma seleção capaz de chegar à fase do tudo ou nada.
Os
atletas que hoje pareciam estar ligando muito pouco para ganhar ou perder,
teriam a consciência de devolver o enorme volume de dinheiro recebido para
fazer este fiasco? A vergonhosa Seleção dos sete a um tomados da Alemanha,
dizia que estava envergonhada, mas, ao que eu saiba nenhum daqueles mercenários
devolveu um centavo. Sequer pensaram em doar o imerecido recebimento a
instituições carentes.
Em
minha modesta opinião, jogador para ir à Copa devia ir apenas pelo amor à
camiseta, por patriotismo, para defender as cores de seu país, sem interesses
financeiros. Com certeza as disputas seriam muito mais heroicas e emocionantes.
Desde
o início tinha o pressentimento de que esse time que jogou hoje já tinha ido
longe demais.
Todos
sabiam que a Noruega não seria fácil. Esse italiano que é nosso técnico não sabia
disso? Será que não exigiu treinos e mais treinos de cobrança de pênalti? Ou
agiu como o técnico alemão desta Copa, cujo time errou três das cinco cobranças?
Salientando
que no mata-mata pênalti é situação mais do que previsível.
Tenho
para mim que o futebol virou uma máquina de fazer dinheiro e que há muito o que
interessa não é o espírito esportivo, mas o financeiro.
Bons
tempos em que os campeões mundiais ganhavam um milésimo do que ganham os atuais
atletas, mas jogavam com o principal objetivo de se divertir e honrar as cores
de sua pátria, não de engordar as contas bancárias.
Quando
este espírito ressurgir, me avisem. Aí acho que volto a gastar meu tempo em
frente à televisão, para ver atletas vestindo a camiseta de seu país como
manifestação patriótica, lúdica e abnegada.
Digo
e não me arrependo, tanto que escrevi e não renego a escrevinhação.
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Os Donos da
Verdade
Há uma certa
corrente política, talvez até duas, que se intitula e se nomeia dona absoluta
da verdade.
Dias
atrás, sujeito pertencente a uma delas
achou-se no direito de classificar os que não comungam com suas ideias como “falso
isentão”. Isto é, para o filósofo e cientista político de porta de açougue,
quem se diz moderado, quem combate os
erros e admite os acertos tanto da direita como da esquerda, na realidade, se
afirma não ser “lulista” é porque, na mente de dito sujeito cujo nome não cito
para não dar destaque imerecido, o referido “não lulista” é “bolsonarista”.
Não
sou “lulista” e os que me conhecem há muito tempo sabem que também não sou
bolsonarista. Sou centro-esquerda, mas não posso esquecer que, por estranha
coincidência, os dois piores escândalos de corrupção que tivemos no Brasil
ocorreram quando os lulistas (esquerda, portanto) estavam no poder. E abro um
parêntese para dizer que conheci pessoalmente apenas um pertencente à corrente
do “Nove Dedos” que, quando ocorreu o “Mensalão”, desfiliou-se imediatamente do
PT, por não aceitar aquela barbaridade.
Sou
Brizolista, com orgulho, mas, se me provarem que Leonel de Moura Brizola também
era corrupto, no mesmo momento deixarei de cultuar a memória do governante que
mais fez pela educação no Rio Grande do Sul e no Rio de Janeiro. Ou me arrumem
um outro governador que, nas mesmas condições de escassez de recursos, no final
da década de 1950, início dos anos 60 plantou nos mais afastados rincões do
chão gaúcho seis mil e trezentas escolas, as famosos “Brizoletas”.
Por
onde ele andou, sempre defendeu com unhas e dentes nossas crianças e o
investimento primordial em Educação.
Pois
bem, cidadão dono da verdade e lulista: não me recordo de haver passado a ti
uma procuração para que me nomeasse, duma hora para outra, como bolsonarista.
Como
diria o Jânio Quadros: não sou-lho! (Como Jânio era perfeccionista da língua
portuguesa, o certo seria não o sou, mas aí teríamos um cacófato ...)
Como
vou ser bolsonarista, quando o homem, enquanto dirigia o país, ficava fazendo
piadinhas com o sofrimento das vítimas da Covid e a dor dos que, como eu e como
boa parte dos brasileiros, perderam amigos e familiares naquela pandemia?
Quem
não sabe que o homem é destrambelhado na hora de abrir a boca.
Mas,
em contrapartida, me digam quem foi que,
na realidade, implantou o PIX no Brasil, em 2020? Alguns dirão que a ideia
surgiu no Governo da Presidenta Dilma, ou seria Presidente Dilme? Pode ser que
seja isto seja verdade, mas por que ela não implantou esta forma de pagamento?
Seria medo de enfrentar o sistema bancário?
É
um dos casos em que se deve dar o braço a torcer. O presidente que seguidamente
falava de forma quase inadmissível a uma autoridade tão elevada, também fez
coisas boas. Pena que desmanchava com a língua o que fazia com o cérebro ...
Este
radicalismo exacerbado que tomou conta do país, em que algumas “mentes privilegiadas”
se acham no direito de jogar toda a população em apenas duas panelas, a dos
lulistas e a dos bolsonaristas, não leva a lugar algum. E mesmo que leve, por
que não pode haver um outro caminho, um outro modo de ver e administrar este
país-continente?
Não
sou bolsonarista, não sou lulista e me reservo o direito de ser assim até
quando eu quiser, por minhas convicções, coerência e formação moral e política.
Sem
a interferência e qualificação de algum filósofo, intelectual, ou cientista
político de meia tigela, formado em algum curso feito pela telepatia da
internet.
E
mais não digo porque não quero e me reservo o direito de não querer ...
28
de junho de 2026.
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Bastante decepcionado com os acontecimentos na pequena S. Vicente do Sul, onde, segundo falam, houve torturas brutais contra animais (gatos). Informam que, em rituais malignos chegaram, inclusive a colocar gato vivo em forno micro-ondas, anexo um vídeo com minha pajadinha sobre o caso.
Ontem, sexta-feira, dia de corre-corre no trabalho, mas o "Lambe-Lambe-Retratista" não resistiu à beleza do espelho líquido na saída da Chácara.
E o piloto escondido no peito ficou "babando" por ter um teco-teco disponível para fazer uma arte e tocar os pneus na água. No voo que fiz há alguns anos, não me atrevi, por causa do ventinho e das marolas, como se vê no vídeo. (Em baixa resolução, pois a internet daqui não comporta uploads pesados.)
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